FESTANÇA NA COMEMORAÇÃO DOS 4 ANOS DA MAUÁ

Neste sábado, 26 de abril, teve churrasco, forró apresentações de dança e teatro para comemorar os quatro anos da ocupação Mauá, aberta ao público.

O prédio abandonado agora abriga famílias felizes

 

Alegria

 

Os moradores se dividiram para garantir a comida e a bebida da festa

 

As crianças dançaram o tempo inteiro

 

Histórico da Mauá

O  antigo hotel Santos Dumont, ficou abandonado por mais de 17 anos. Há quatro anos cerca de 240 famílias ocupam os 180 apartamentos, mais as áreas comuns do primeiro andar que foram transformadas em moradia. São seis andares com 30 apartamentos por andar, alguns apartamentos são divididos por duas famílias.

Os moradores da Mauá mantém sua rotina de melhoria do espaço que começou desde o início da ocupação com a retirada de  mais de 20 caminhões de lixo e entulho do local. Depois a ligação de águá e Luz, alguns andares receberam pintura interna. A última melhoria foi reforma da  recepção que agora tem câmera e portão eletrônico, para controlar entrada e saída e dar mais segurança aos moradores.

No primeiro andar o mercadinho da Raquel abastece as famílias durante todo o mês. Ela que era ambulante nas ruas da Capital Paulista agora é Micro Empresária Individual. Os moradores da Mauá compram à vista se tiverem dinheiro, ou levam o que precisam para casa e o valor fica marcado na caderneta. No dia do pagamento acertam a conta. Raquel comemora “Eu era uma ambulante, na calçada, hoje tenho meu comércio legalizado e ainda posso ajudar as famílias que compram e pagam depois.”

 A Mauá está organizando a biblioteca em mutirão e com doações

Educação e culturaEducação, esporte, cultura e lazer também são preocupações constantes na Mauá. Atualmente os moradores estão organizando uma biblioteca em mutirão, com doações de livros, no andar térreo uma sala foi reservada para a prática de capoeira. E os jovens e adultos aguardam ansiosamente a viabilização de um projeto para  uma área de cerca de 500 m², nos fundos do prédio, onde pretendem construir uma quadra poli-esportiva. Enquanto o sonho não se realiza o futebol é praticado no vão livre do prédio.

Além do futebol e da capoeira os jovens  organizam apresentações de teatro, e grupo de dança.  As crianças também gostam muito da sessão pipoca que acontece com a ajuda do telão na sala de reunião, no térreo.

Para manter toda essa organização, cada andar possui um coordenador cujo papel é manter a ordem, a limpeza, passar  informações e representar as famílias do andar nas reuniões de coordenação.  No encontro da coordenação, que acontecem todos os sábados à tarde,além de discutir a organização interna, o grupo avalia a conjuntura política e discute as negociações  da ocupação com o poder público. E uma vez a cada mês todos os moradores da Ocupação Mauá se reúnem em Assembléia Geral (toda 2ª quarta-feira do mês). Para a próxima AG os coordenadores planejam refazer o cadastro para atualizar os números de crianças, jovens e adultos da ocupação.

A reunião da coordenação da mauá acontece todo sábado

Quem visitar o quarto andar do prédio vai encontrar  a sala do “Projeto Enlaçando”, onde futuramente os jovens terão equipamentos para registrar e divulgar o dia-a-dia da luta por moradia, como câmeras, computadores, projetor. “O que temos recebido do Projeto Enlaçando fortaleceu nossa luta. Saber que lá do outro lado do planeta outras famílias  acompanham e apoiam nossa luta pelo direito à moradia, nos faz seguir em frente.” Diz a coordenadora  Ivaneti Araújo.

 A Mauá está organizando a biblioteca em mutirão e com doações

O  antigo hotel Santos Dumont, ficou abandonado por mais de 17 anos. Há quatro anos cerca de 240 famílias ocupam os 180 apartamentos, mais as áreas comuns do primeiro andar que foram transformadas em moradia. São seis andares com 30 apartamentos por andar, alguns apartamentos são divididos por duas famílias.

Os moradores da Mauá mantém sua rotina de melhoria do espaço que começou desde o início da ocupação com a retirada de  mais de 20 caminhões de lixo e entulho do local. Depois a ligação de águá e Luz, alguns andares receberam pintura interna. A última melhoria foi reforma da  recepção que agora tem câmera e portão eletrônico, para controlar entrada e saída e dar mais segurança aos moradores.

No primeiro andar o mercadinho da Raquel abastece as famílias durante todo o mês. Ela que era ambulante nas ruas da Capital Paulista agora é Micro Empresária Individual. Os moradores da Mauá compram à vista se tiverem dinheiro, ou levam o que precisam para casa e o valor fica marcado na caderneta. No dia do pagamento acertam a conta. Raquel comemora “Eu era uma ambulante, na calçada, hoje tenho meu comércio legalizado e ainda posso ajudar as famílias que compram e pagam depois.”

Educação, esporte, cultura e lazer também são preocupações constantes na Mauá. Atualmente os moradores estão organizando uma biblioteca em mutirão, com doações de livros, no andar térreo uma sala foi reservada para a prática de capoeira. E os jovens e adultos aguardam ansiosamente a viabilização de um projeto para  uma área de cerca de 500 m², nos fundos do prédio, onde pretendem construir uma quadra poli-esportiva. Enquanto o sonho não se realiza o futebol é praticado no vão livre do prédio.

Além do futebol e da capoeira os jovens  organizam apresentações de teatro, e grupo de dança.  As crianças também gostam muito da sessão pipoca que acontece com a ajuda do telão na sala de reunião, no térreo.

Para manter toda essa organização, cada andar possui um coordenador cujo papel é manter a ordem, a limpeza, passar  informações e representar as famílias do andar nas reuniões de coordenação.  No encontro da coordenação, que acontecem todos os sábados à tarde,além de discutir a organização interna, o grupo avalia a conjuntura política e discute as negociações  da ocupação com o poder público. E uma vez a cada mês todos os moradores da Ocupação Mauá se reúnem em Assembléia Geral (toda 2ª quarta-feira do mês).

Quem visitar o quarto andar do prédio vai encontrar  a sala do “Projeto Enlaçando”, onde futuramente os jovens terão equipamentos para registrar e divulgar o dia-a-dia da luta por moradia, como câmeras, computadores, projetor. “O que temos recebido do Projeto Enlaçando fortaleceu nossa luta. Saber que lá do outro lado do planeta outras famílias  acompanham e apoiam nossa luta pelo direito à moradia, nos faz seguir em frente.” Diz a coordenadora  Ivaneti Araújo.

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DIA INTERNACIONAL DE LUTA DAS MULHERES

Em favor dos direitos das mulheres

As mulheres do Programa Urbano, Enlaçando Comunidades e Frente de Luta por Moradia   participaram da Comissão Organizadora do Dia Internacional das Mulheres em São Paulo e das manifestação que aconteceu neste sábado, 12 de março, na cidade de São Paulo. 

Apesar da chuva cerca de cinco mil pessoas seguiram em passeata até a Praça da Sé para marcar as bandeiras de luta da mulheres:  

_ TRABALHO IGUAL SALÁRIO IGUAL;

_ A FALTA DE CRECHE ANIQUILA O FUTURO DE NOSSOS FILHOS;

 _ LOCAÇÃO SOCIAL PARA MÃES CHEFES DE FAMÍLIA;

_PUNIÇÃO AOS CRIMES CONTRA AS MULHERES;

_ REDUÇÃO DA JORNADA DE TRABALHO;

-MORADIA PARA FAMÍLIAS DE BAIXA RENDA;

 

As comundiades do centro (Mauá, Protestantes, Prestes Maia, São João) e os grupos da regiões Norte, Sul e Leste se encontraram na Praça da República e seguiram até a concentração na porta do CIM, Centro Informação Mulher, Rua da Consolação, altura do 605.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 

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Remoção de 16 famílias da Favela Vila Flávia

A Vera, do Enlaçando, acompanhou, em fevereiro deste ano, a remoção de 16 famílias que moravam praticamente dentro de córrego na Favela Vila Flávia. Após negociação com a Prefeitura de São Paulo, elas foram incluídas no programa Aluguel Social. Cada família receberá R$ 300 mensais, por quatro meses, para sair da área de risco, que é morar às margens do córrego. Após esse período, as famílias devem entrar na segunda fase do projeto, aí começa uma nova discussão sobre a continuidade de distribuição dos recursos. O objetivo é que as famílias se instalem em locais seguros.

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3ª Jornada da Moradia Digna

Nos dias 26 e 27 de fevereiro, nós, do Enlaçando, participamos da 3ª Jornada da Moradia Digna, realizada na PUC Ipiranga. O objetivo do encontro é proporcionar um ambiente de debate e reflexão com a participação direta da sociedade civil e das comunidades que são atingidas pelas intervenções urbanísticas provocadas pelas obras do poder público.
A principal discussão foi sobre as consequências dos megaprojetos do público para a cidade. Discute-se agora muito a revitalização do Centro de São Paulo. E nós questionamos se não há vida para os mais necessitados, que estão, cada vez mais, sendo despejados da área central da cidade, sendo jogados para os confins da periferia. Um bom exemplo desse processo é a demolição do Edifício São Vito. Quantas vidas não foram afetadas, quantas famílias foram retiradas daquele lugar e hoje moram literalmente nas ruas.
Nós não queremos mais rodovias, mais megaprojetos, parques lineares se não existir um projeto de moradia de qualidade para estas pessoas, que estão sendo prejudicas e tendo seus direitos a moradia digna desrespeitados.
A remoção de famílias destas áreas anula os direitos de viver no lugar que conquistou com muita luta e construiu laços familiares, de amizade e de trabalho.
Outro exemplo de desrespeito é o projeto Água Espraiada Operação Urbana. Ele atingiu 27 comunidades e os moradores estão apavorados. Os que moram no Jabaquara dizem que não querem sair de suas casas. Eles já têm uma vida inteira construída nesse local, sem falar da política de indenização que a Prefeitura tem para oferecer-lhes que é absurda. A moradia virou mercadoria, território virou patrimônio, patrimônio para levantar dinheiro e empréstimo.
Não somos contra uma olímpiada, somos contra os megadespejos sem controle social. Nesses lugares de megaeventos existem pessoas morando que terão de ser retiradas. Os que ficam não conseguem sustentar seu salãozinho de cabeleireiro, seu barzinho porque a freguesia é outra.
Ele acaba passando para a frente, indo cada vez mais para a periferia. E o poder público e os grandes empreiteiros são os responsáveis por colocar os pobres para bem distante. Fazem isso porque eles sujam a paisagem em frente aos megaempreendimentos.

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Ocupação Mauá

Educação e cultura

A biblioteca está sendo organizada com doações

O  antigo hotel Santos Dumont, ficou abandonado por mais de 17 anos. Há quatro anos cerca de 240 famílias ocupam os 180 apartamentos, mais as áreas comuns do primeiro andar que foram transformadas em moradia. São seis andares com 30 apartamentos por andar, alguns apartamentos são divididos por duas famílias.

Os moradores da Mauá mantém sua rotina de melhoria do espaço que começou desde o início da ocupação com a retirada de  mais de 20 caminhões de lixo e entulho do local. Depois a ligação de águá e Luz, alguns andares receberam pintura interna.

Portaria mais segura
A portaria foi reformada e ganhou câmera e portão eletrônico

A última melhoria foi reforma da  recepção que agora tem câmera e portão eletrônico, para controlar entrada e saída e dar mais segurança aos moradores.

Mercado
Mercadinho no primeiro andar

No primeiro andar o mercadinho da Raquel abastece as famílias durante todo o mês. Ela que era ambulante nas ruas da Capital Paulista agora é Micro Empresária Individual. Os moradores da Mauá compram à vista se tiverem dinheiro, ou levam o que precisam para casa e o valor fica marcado na caderneta. No dia do pagamento acertam a conta. Raquel comemora “Eu era uma ambulante, na calçada, hoje tenho meu comércio legalizado e ainda posso ajudar as famílias que compram e pagam depois.”
CAPOEIRA

O encontro na sala de capoeira

Educação, esporte, cultura e lazer também são preocupações constantes na Mauá. Atualmente os moradores estão organizando uma biblioteca em mutirão, com doações de livros, no andar térreo uma sala foi reservada para a prática de capoeira. E os jovens e adultos aguardam ansiosamente a viabilização de um projeto para  uma área de cerca de 500 m², nos fundos do prédio, onde pretendem construir uma quadra poli-esportiva.

O sábado dos jovens da Mauá
Jogo no pateo enquanto enquanto a quadra “não vem”

Enquanto o sonho não se realiza o futebol é praticado no vão livre do prédio.

Além do futebol e da capoeira os jovens  organizam apresentações de teatro, e grupo de dança.  As crianças também gostam muito da sessão pipoca que acontece com a ajuda do telão na sala de reunião, no térreo.

Coordenação

Os coordenadores se reúnem todos os sábados

Para manter toda essa organização, cada andar possui um coordenador cujo papel é manter a ordem, a limpeza, passar  informações e representar as famílias do andar nas reuniões de coordenação.  No encontro da coordenação, que acontece todos os sábados à tarde,além de discutir a organização interna, o grupo avalia a conjuntura política e discute as negociações  da ocupação com o poder público. E uma vez a cada mês todos os moradores da Ocupação Mauá se reúnem em Assembléia Geral (toda 2ª quarta-feira do mês). Para a próxima AG os coordenadores planejam refazer o cadastro para atualizar os números de crianças, jovens e adultos da ocupação.

Quem visitar o quarto andar do prédio vai encontrar  a sala do “Projeto Enlaçando”, onde futuramente os jovens terão equipamentos para registrar e divulgar o dia-a-dia da luta por moradia, como câmeras, computadores, projetor. “O que temos recebido do Projeto Enlaçando fortaleceu nossa luta. Saber que lá do outro lado do planeta outras famílias  acompanham e apoiam nossa luta pelo direito à moradia, nos faz seguir em frente.” Diz a coordenadora  Ivaneti Araújo.

E estão começando a aparecer os primeiros frutos da luta para transformar em moradia social o  antigo hotel Santos Dumont da Rua Mauá, no centro da Capital Paulista, abandonado por mais de 17 anos. A Apoio apresentou para a Prefeitura de São Paulo, três estudos de viabilidades para reforma e adaptação para moradia social, de prédios abandonados no centro da Capital Paulista. São eles: Ocupação da  Av. Prestes Maia, Ocupação da Rua Mauá e o Prédio do INSS da Av.  9 de Julho.

Estiveram reunidos no dia 16 de fevereiro, representantes da  Apoio, MSTC, Unipan (Assessoria Técnica)  O CDHU e  Caixa Econômica Federal para discutir a viabilização destes empreendimentos. Foi solicitado à Assessoria Técnica UNIPAM o detalhamento do projeto e  paralelamente o CDHU ficou encarregado de encaminhar as providências necessárias para viabilização do empreendimento.  Decidiu-se na reunião que o encaminhamento iniciará pelo prédio da Av. Prestes Maia, em seguida  o Projeto da Mauá e depois o INSS da Av. Nove de Julho.

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Chuvas derrubam muro sobre casas no Divineia

Nesse dia, em São Mateus, na Favela Divineia, chovia muito e ouve a queda de um muro. O acidente atingiu seis casas, prejudicando as famílias. O muro foi construído há dois anos como parte das obras de urbanização da comunidade.
De acordo como moradores que tiveram suas casas atingidas pelo desabamento, a obra foi malfeita. O muro sequer tinha colunas e, por isso, caiu.
No dia do acidente, uma das moradoras me ligou para acionar a Defesa Civil, que chegou três horas após o incidente. Uma multidão olhava do lado de fora o muro caído em cima das casas.
Então a Defesa Civil chama as seis famílias, conversa com elas, faz uma vistoria e decide interditar todos os imóveis. A recomendação é que procurem amigos e familiares para passar a noite. A Defesa Civil informou que avisaria a Secretaria de Habitação sobre o acidente.
Eu liguei para a assistente social Marlete, que ficou de ir no dia seguinte ao local, pois já era noite, verificar o que ocorreu e reparar o prejuízo.
No dia 08, Marlete e a Prefeitura chegaram para vistoriar as casas e se reunir com as famílias. A recomendação da administração pública foi para que não voltassem para suas casas e alugassem imóveis por um mês, período necessário para reparar os estragos.
Bom, os moradores recusaram, alegando que não achariam casa tão facilmente nem o aluguel por apenas um mês. Eles decidiram permanecer nas casas após a limpeza feita pela Prefeitura, que aceitou o acordo e indenizou cada família com R$ 300 e pagou os danos dos objetos danificados com a queda do muro.
Nós, do MDF e do Enlaçando, alertamos as famílias para os riscos de permanecer nos imóveis, pois poderiam ocorrer novos deslizamentos. Eles não cederam e nós os avisamos que estavam assumindo os riscos. Nos colocamos à disposição para ajudar no que fosse possível, deixamos os telefones do MDF, da equipe do Enlaçando, da Defesa Civil, da Secretaria de Habitação. Também acompanhamos a negociação e o atendimento às famílias que se encontram traumatizadas.

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Almoço partilhado e distribuição de brinquedos no Natal

Nesse dia, na Comunidade Divineia, aconteceu um almoço partilhado para 25 mães e 32 crianças. Antes, o grupo Enlaçando foi de porta em porta, visitar as famílias e conversar sobre o almoço. Nós queríamos saber se elas concordavam em partilhar o alimento com a comunidade. As respostas foram todas positivas. Cada uma das 25 mães comprometeu-se em levar um prato de sua preferência. Aproveitamos a visita para fazer perguntas sobre a saúde das mulheres e das crianças, que é o trabalho que fazemos uma vez no mês com estas famílias. Além disso, alertamos as mães para os perigos da dengue, de se deixar água parada para a proliferação do mosquito da dengue, pois a cidade de São Paulo está sofrendo com esse problema.
Então, o almoço aconteceu e foi um sucesso. Todos se alimentaram. E sobrou comida. Repartimos e as famílias levaram alimentos para suas casas. As crianças receberam seus presentes de Natal da Comunidade Sagrada Face. Todos ficaram muito felizes. Cada uma das 32 crianças recebeu um saquinho com roupa, calçado e brinquedos. Para as meninas bonecas e carrinhos de bebês e para os meninos, carrinhos e bonecos de super-heróis.
Nós também agradecemos a participação da coordenadora da Pastoral da Criança, Irene, que saiu muito contente do almoço, elogiando o trabalho da equipe do Enlaçando. “Estava tudo ótimo. Foi uma bela confraternização e um excelente trabalho das líderes Zeza, Maria, Terezinha e Maristely.” Nós também contamos com o apoio de Dezinha, Nice e Aparecida.

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Campanha da moradia para centro de São Paulo

O Programa Urbano, por meio de suas entidades parceiras Apoio, CCJ e MDF, organizou ato nesta quinta-feira (8/11), no centro de São Paulo, para reivindicar o direito à moradia. Participaram do protesto, que é uma das ações da Campanha da Moradia, famílias de sem-teto, que ocupam prédios no centro da cidade, moradores das favelas da zona leste de São Paulo e representantes de jovens. A concentração para o ato ocorreu na Avenida Ipiranga, de onde saíram em direção à Câmara Municipal de São Paulo e, em seguida, ao Ministério Público (MP). O objetivo dos manifestantes, que pararam o trânsito na região central, era protocolar carta de reivindicações no MP e entregá-la aos vereadores.
De acordo com a coordenadora do Movimento de Defesa do Favelado (MDF), Sueli de Fátima A. Machado, existem milhares de imóveis desocupados em São Paulo que devem ser destinados aos movimentos sociais. “Não dá para aceitar proprietários de grande imóveis devendo milhares de reais em impostos aos cofres públicos, seus imóveis vazios e a dívida não paga. Devemos pressionar o poder público para romper com essa inércia. Precisamos conquistar a moradia para os sem-teto do centro de SP e para os moradores das favelas”, afirma Sueli.
“Estamos organizados e na luta constante para garantir um direito básico da Constituição, o direito à moradia digna. A nossa campanha está nas ruas e o Programa Urbano tem nos garantido inúmeras conquistas. Hoje deixamos nossas propostas para os vereadores da cidade e para o Ministério Público de São Paulo”, afirma a coordenadora do MDF.
Veja as fotos da manifestação no Flickr (http://www.flickr.com/photos/programaurbano/)

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Em Cafod, é Connect2: Brazil

No Brasil, chamamos de Enlaçando Comunidades. Em Cafod, Connect2: Brazil

http://connect2brazil.wordpress.com/

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Mensagem de esperança

Nós, mulheres do Enlaçando Comunidades, estamos sempre presente na vida do povo sofrido das favelas, levando solidariedade e esperança. Em alguns momentos, estamos em lugares diferentes trabalhando diversas atividades, sempre ampliando nossas ações de assistências e comprometimento. Nos reunimos semanalmente para avaliar o trabalho e rever pontos de emergência. Nos reunimos também para nos fortalecermos, pois é desgastante, e gratificante, transmitir às pessoas afeto, carinho, acolhimento, respeito e compaixão. Nesse nosso desafio, o Projeto Pão e Arte não é apenas fonte de geração de renda, mas uma forma de plantar grãos, colher, dar sabor, saciar, alimentar, compartilhar e cuidar da saúde do povo de Deus.

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Alimentação para todos

Produção da multimistura, um complemento para enriquecer o alimento das crianças da pastoral. Ao todo, participaram 12 mulheres da comunidade.

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Festa das Crianças

No dia 16 de outubro aconteceu a festa das Crianças na Comunidade Divineia , com parceria com a Prefeitura da Cidade de São Paulo, Sorridentes, Sou da Paz, Diagonal e MDF. Foi uma festa com um público bastante significativo, com a participação de crianças e adultos. Com muitos atrativos, como piscina de bolinhas, pula-pula, bambolê e futebol. Não faltaram, claro, doces, pipocas, pirulitos e balas. Também realizamos corte de cabelo, escova e chapinha (alisamento do cabelo). As crianças saíram com um visual novo. Uma equipe de dentistas se encarregou de cuidar do sorriso das crianças e passou orientações sobre escovação e aplicação do flúor.

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Contadora: Terezinha

Projeto Pão e Arte, dia 10 de junho de 2010

Nesse dia, tivemos uma sessão de ginástica no Projeto Pão e Arte. O padre José Participou da atividade e a Terezinha realizou uma oficina de sucos naturais para o grupo de mulheres. No dia 23, nos reunimos novamente para aulas de ginástica e orientações sobre alimentação saudável. Definimos uma agenda para o dia 30 de junho, nesta ocasião realizaremos uma oficina de reaproveitamento de alimentos. O objetivo é mostrar, principalmente, para as mulheres donas de casa como é possível complementar o orçamento doméstico com o aproveitamentos de alimentos antes descartados. A meta é ensinar as pessoas a produzir e vender, na festa de nossa paróquia São Paulo Apóstolo e no Congresso de Leigos.

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Contadores: Zeza, Maria, Maristele, Terezinha

Atividades da Pastoral da Criança, na favela Divineia, início dia 10 de junho, de 2010

Na quinta-feira, nós, Zeza, Terezinha, Maria, Maristele, fizemos visitas às famílias da favela Divineia chamando as mães a levarem as suas crianças para a pesagem e vacinação. No dia 12, sábado, realizamos a pesagem, orientamos as mães sobre a vacinação, alimentação e os cuidados com a higiene do bebê.

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Contadora: Zeza

Caminhada celebrativa no Morro do Cruzeiro, no dia 5 de junho de 2010

Nós saímos da creche Santa Rita e fomos rezando e cantando. Ao longo do caminho, fizemos três paradas. Na primeira, os jovens fizeram um momento de denuncia contra o extermínio da juventude. O adolescente morador da favela, além dos problemas diários de uma vida de privação e dificuldades, tem de se preocupar com a violência dos policiais ou grupos de extermínio, mas é por meio do trabalho em comunidade e da fé cristã que conseguimos levar uma vida melhor para essas pessoas. As confortamos na fé divina e nos braços de pessoas da comunidade comprometidas com o futuro e com a luta por uma vida melhor para todos.

No segundo ato, o penitencial, pedimos perdão por tudo que agride a natureza, por tudo que destrói o meio ambiente, porque esta também é uma de nossas preocupações em meio a uma vida repleta de dificuldades.

E, no final, no terceiro, fizemos a ação de graças. O agradecimento envolveu os grupos e movimentos que defendem a natureza e a vida.

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Contadora: Zeza

Corpus Christi, dia 3 de junho de 2010

Nesse dia realizamos uma missa com todas as comunidades da Favela Divineia. Ao todo, cerca de 200 pessoas participaram das orações em comemoração ao Corpus Christi, celebrando solenemente o mistério da eucaristia, corpo e sangue de Jesus Cristo. Em nossas orações nós adoramos ao Santíssimo e realizamos uma procissão pelo quarteirão, lembrando a caminhada do povo de Deus em busca de terra prometida. Nós também buscamos a nossa terra prometida, ou casa prometida, buscamos saciar nossas necessidades.

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Contadora Maria

Celebração da Paixão de Cristo

No dia 2 de abril, sexta-feira santa, nós realizamos na Paróquia São Mateus a celebração da Paixão do Senhor, com todas as comunidades da região. Ao todo, cerca de 300 pessoas participaram do ato. A nossa caminhada foi um momento de muita reflexão enquanto revivíamos os últimos momentos da vida de Nosso Senhor Jesus Cristo. Nós reunimos moradores de todas as favelas de São Mateus.

A encenação , enquanto caminhávamos pelo bairro, mostrando o calvário de Jesus, saiu da nossa paróquia e passou pela Favela Divineia. Eu conduzi a procissão. Enquanto caminhávamos, víamos nos rostos, sorrisos e acenos o acolhimento de nossa multidão. Víamos o acolhimento de Jesus Cristo. Apesar da correria da vida, as pessoas ainda se sensibilizam com a dor e a esperança plantada em nossos corações por Jesus Cristo.

A encenação da crucificação de Cristo foi feita pelos jovens de nossa comunidade. Enquanto percorríamos as ruas, adorávamos a cruz, símbolo de nossa esperança e sofrimento de Jesus, e clamávamos por justiça e paz e não a violência.

A nossa procissão contou com a presença do Bispo da Região Belém, Dom Edmar Peron, que, ao passar pelas casas, convocava os fieis, chamando o rebanho para a caminhada. Depois da caminhada, voltamos para a nossa paróquia para a benção final.

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Ensinando mulheres a produzirem o pão

Produção de pães no Projeto Pão e Arte com 15 mulheres da comunidade para a Festa da Caridade. É uma promoção da região Episcopal Belém Arquidiocese de São Paulo, que visa animar a ampliar o trabalho social da igreja junto aos pobres por meio das entidades sociais, paróquias, colégios católicos, movimentos e pastorais. Como gesto concreto e destinado a uma causa social. Nos últimos anos, a renda total da festa foi destinada à construção de cisternas na região do semiárido brasileiro no Estado de Piauí, no município Raimundo Nonato.

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Festa de São Francisco

Foi comemorado os 27 anos da Fundação da Igreja de São Francisco de Assis, a missa foi celebrada pelo Padre Leonardo. A festa aconteceu na comunidade e com a partilha de chá, devido ao frio que fazia no local. As 12 comunidades da área participaram das procissões, que tiveram como tema Ecologia e Vida.

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Horta comunitária

Apesar de não termos conseguido a liberação oficial para uso do terreno da AES Eletropaulo, já iniciamos os trabalhos para a construção da horta comunitária na Divineia. Limpamos o terreno, plantamos bananeiras ao redor. Temos arado a terra. A AES Eletropaulo já está com o ofício solicitando para á liberação do terreno para o plantio da horta e a assistente da Prefeitura Ana nos assegurou que tentará junto à empresa acelerar o processo. A nossa meta é abastecer as famílias e gerar renda com o plantio na horta. A alimentação ali produzida também será fundamental para complementar a alimentação de crianças da comunidade.

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Seminário violência contra a mulher e moradia

Zeza mobilizou os moradores da favela par o ato da moradia que aconteceu no Largo São Bento, às 9h30. No mesmo dia, Terezinha e Maria participaram com as mulheres da Casa Cidinha de São Mateus de um seminário feminino na Câmara Municipal de São Paulo, sobre o tema “Violência contra a mulher e Moradia”.

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Compartilhar experiência

Enlaçando Comunidades – Nós, do Enlaçando Comunidades, Zeza, Maria, Terezinha e Maristely estivemos reunidas no dia 20 de setembro para avaliar e compartilhar nossas atividades do mês de agosto e setembro na Comunidade Divineia.

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O cinema retrata a vida

Maristely e os jovens do MDF assistiram ao filme “Cinco vezes favela”, que relata a realidade dura da favela e as esperanças de seus moradores. Essa experiência foi importante para podermos comparar a nossa realidade com a retratada na tela do cinema. A comparação com dois universos, a ficção e a realidade, mostra que as duas situações têm mais em comum do que possa parecer. Mostra que vivemos e avançamos em função do apoio e da esperança.

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Pastoral da Criança: pesagem dos bebês

Visitamos 30 famílias da Pastoral da Criança, convocando-as para a pesagem das crianças no centro comunitário. Realizamos uma celebração e explicamos a importância manter em dia as vacinas de nenês e crianças. Falamos também sobre o voto consciente nas eleições de 3 e 31 outubro. Nós fotografamos as crianças para o apadrinhamento.

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Estamos discutindo a implementação da tarifa social

Audiência no MDF para discutir a diminuição dos preços de luz das favelas. O ato contou com a presença do diretor geral da AES Eletropaulo, Cavareti, e com o diretor da empresa para a área leste, Edmilson.

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Conquistamos a tarifa social na Divineia

Troca do sistema elétrico Estrela para delta do complexo Divineia, beneficiando 116 famílias. Essa mudança, uma luta encampada via Programa Urbano, garantiu que as famílias paguem a chamada tarifa social, destinada a moradores de baixa renda.

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Visita da representante da União Europeia

Visita de Denise Verdade, representante da União Europeia, às favelas Divineia e Maria Cursi. Com o acompanhamento de Maria e Zeza. Cidinha e Maria foram entrevistadas relatando as conquistas via Programa Urbano e os desafios da moradia. O almoço foi servido no MDF pelo Projeto Pão e Arte.

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